terça-feira, 26 de Maio de 2020

 
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Carga & Mercadorias
27-03-2020
COVID-19
APAT congratula Governo, mas apela a medidas adicionais
A Associação dos Transitários de Portugal (APAT) reconhece os esforços do Governo na adoção de algumas das suas preocupações, no entanto, aponta medidas adicionais necessárias para fazer face à atual situação de pandemia.

Numa altura em que o país passou ao estado de mitigação, a APAT reitera a necessidade de adoção de medidas adicionais para o setor, tais como a clarificação das linhas de crédito para as empresas transitárias e o pagamento dos direitos junto da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT); a injeção direta de capital nas empresas; e a articulação conjunta para conseguir fazer chegar a Portugal o equipamento médico proveniente de outros países, abrindo, para isso, ligações aéreas em cargueiros ou aviões de passageiros exclusivamente com carga.

A Associação sublinha ainda que “não foi emitida qualquer regulamentação específica com a determinação das condições em que o setor poderá operar (como resulta do Decreto n.º 2-A/2020), nomeadamente a definição de medidas de rastreio e organização dos terminais dos aeroportos internacionais; e o estabelecimento dos concretos termos e condições em que deve ocorrer o transporte de mercadorias em todo o território nacional”.

António Nabo Martins, presidente executivo da APAT, afirma que “reconhecemos o enorme esforço que o Governo fez e congratulamo-nos porque percebemos que o Governo acolheu a adoção de algumas dessas preocupações. Não somos presunçosos ao ponto de pensar que foi apenas por nós, mas queremos acreditar que contribuímos de forma muito positiva para que tal acontecesse”.

O layoff simplificado e as suas constantes evoluções, as rendas, os apoios financeiros, a criação dos Green Corridors para mercadorias (camiões ou viaturas até 3.500 quilogramas) nas fronteiras terrestres, a facilitação da transmissão de documentos de exportação, como o Euro 1 ou T2L, são algumas medidas do Governo que são elogiadas e consideradas como positivas pela APAT.

“Este trabalho é muitas vezes silencioso, mas muito difícil, porque temos de tentar conciliar todas as dificuldades, no pressuposto maior de continuar a fazer chegar a todos os portugueses tudo o que necessitam para que esta anormalidade pareça ser normal”, refere António Nabo Martins, acrescentando que “por vezes, é a distância que nos une em prol de um objetivo comum”.
por: Pedro Venâncio
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